19 de abril de 2026
DOMINGO | 11h
O Festival reúne artistas que transitam entre a música, a dança e as múltiplas linguagens do corpo, criando experiências sensíveis e potentes para o público.




Léo Gandelman
Leo Gandelman, renomado instrumentista brasileiro, soma mais de 35 anos de carreira solo e participação em gravações icônicas da música nacional. Reconhecido como um dos grandes nomes da música instrumental no país, teve seu álbum autoral “Solar” ultrapassando a marca de 100 mil cópias vendidas. Com apresentações em diversos países e ao lado de orquestras consagradas, Leo transita com naturalidade entre clubes de jazz e grandes palcos. Sua atuação também se estende ao audiovisual, como roteirista, produtor, diretor e apresentador — com destaque para o premiado programa “Vamos Tocar” e o canal “Machines Series”, onde mistura jazz a outros estilos, ampliando o alcance de sua criação artística.




Deborah Steinsnaide e Alexandre Bhering
Deborah Steinsnaider constrói sua trajetória no encontro entre movimento e matéria, desenvolvendo uma linguagem que articula dança, artes visuais e investigação sensível do corpo. Formada em Dança Contemporânea pela Escola Angel Vianna e em Artes Visuais pela Universidade Paulista, aprofundou seus estudos na EAV Parque Lage e em experiências internacionais. Sua pesquisa atravessa diferentes práticas — da dança contemporânea ao Butoh — e se manifesta em trabalhos que exploram o corpo como ferramenta e superfície de criação. Em sua atuação, gesto, memória e cotidiano se entrelaçam, expandindo os limites entre dança, pintura, fotografia e escultura, em uma poética que busca habitar o tempo e esculpir o espaço.
Alexandre Bhering traz uma trajetória marcada pela investigação do movimento a partir de diferentes origens, como o surf e a Capoeira de Angola, que fundamentam sua pesquisa corporal. Formado em dança contemporânea pela Faculdade Angel Vianna, desenvolveu trabalhos como intérprete em importantes companhias e espetáculos, além de aprofundar seus estudos em teatro físico e contato-improvisação desde os anos 90. Sua prática integra criação, ensino e pesquisa, com atuação em instituições como a PUC-Rio, e diálogo com nomes fundamentais da dança brasileira. Alexandre constrói uma linguagem que valoriza a escuta do corpo e a improvisação, explorando o movimento como experiência viva e relacional.
Juntos, os artistas compõem uma programação que amplia as possibilidades da música e do corpo em cena, convidando o público a experiências que atravessam som, gesto e sensibilidade contemporânea.
